Tolosa Blog's
Blogue de e para Tolosa
Sexta-feira, 4 de Maio de 2012
Sábado, 21 de Abril de 2012
Quinta-feira, 19 de Abril de 2012
TOLOSA: XIII MOstra de Queijos e Produtos Tradicionais
Quarta-feira, 4 de Abril de 2012
Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2012
Rastreio do Cancro da Mama no concelho de Nisa
Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011
À FLOR DA PELE - Adeus, até ao meu regresso...
O Onde se fala do annus horribillis do salazarismo, do início da guerra colonial, da queda de Goa, Da Damão e Diu, do princípio da derrocada do Império Colonial Português, da dor e das lágrimas de de uma mãe de Tolosa, sem dinheiro para pagar a “caixa de pinho” e trazer de volta, o filho
em morto em combate...
é que nos pode informar
o soldadinho já volta
está mesmo quase a chegar
do outro lado do mar
desta vez o soldadinho
nunca mais se faz ao mar (1)
Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011
750 Anos do 1º Foral de Tolosa (1262-2012)
Este 1º Foral foi outorgado pelo Prior do Crato – Ordem dos Hospitalários.
A Carta de Foral adquire uma dimensão prática depois da sociedade mais estabelecida. No fundo estes documentos eram a base do estabelecimento de um Município e, por conseguinte, um evento muito importante na história de qualquer vila ou cidade.
Pretendiam assegurar as condições de afixação da comunidade.
O Foral tornava o concelho “livre” do controlo feudal (os grandes senhores). Esta era uma preocupação de todos os reis, que viam muitas vezes a sua soberania posta em causa por aquele grupo.
Garantiam-se as terras públicas para cultivo da comunidade, regulavam-se impostos e multas, estas, por questões de segurança. Não nos esqueçamos que nesta época a agressão entre os habitantes era prática comum.
De acordo com o Foral os Habitantes de Tolosa sempre gozaram de grandes privilégios concedidos pela Ordem.
Não vamos deixar que os direitos adquiridos há 750 anos nos sejam retirados por um punhado de supostos “grandes senhores” ou por imposição de uma qualquer Troika que, pura e simplesmente, trata as Juntas de Freguesia como se de empresas se tratassem. A Junta de Freguesia de Tolosa não é uma empresa que pode simplesmente ser encerrada porque o “dono/Troika” assim o entende. E as pessoas? Os mais idosos? As nossas crianças? A nossa História? Onde fica a afectividade? Nas freguesias existe algo mais do que a simples emissão de documentos. Há uma vida
Não queremos ser submetidos a outra freguesia, nem queremos perder os direitos e autonomia adquiridos há tantos anos atrás (750). Queremos continuar a ser nós próprios, queremos a nossa identidade, que é o reflexo daquilo que fomos, somos e seremos…..
Pretendem pura e simplesmente que, ao contrário do que apregoam, as populações do interior fiquem cada vez mais desertificadas e ao abandono.
Por que quer o estado “fugir” do interior?
É acabando com as Juntas de Freguesias que se criam serviços de proximidade? É acabando com as Juntas de Freguesias que se presta um serviço público?
Tolosa é e sempre foi uma freguesia rural.
Apesar da sua pequena área geográfica, a 2ª menor do concelho, a Freguesia de Tolosa desde os tempos mais remotos que é terra de agricultores e de agro-indústrias. Prova disso são as queijarias, as industrias transformadoras de lenha, os produtores de gado e muitos pequenos agricultores que vivem do que produzem nos seus terrenos.
Tolosa "INDEPENDENTE"
Domingo, 20 de Novembro de 2011
NÃO QUEIRAS IR AO MAR TOLOSA
A 16/11/2011, o jornal Alto
Alentejo, sua pág. 2, diz que a população de Tolosa encheu o edifício da
Casa do Povo, dando corpo a um grande protesto.
O blogue “Tolosa Blog” não se encontrava lá.
Olhando ele para a fotografia lá colocada, um dos contribuidores
que com todo o orgulho aqui posta, consta, a sensação lhe fica em terras da
Comenda ao lado seu, o grande Salão da graciosa Tolosa o mesmo pelas costuras
rebenta, e ela, a Tolosa, ela disse mais que não e a até a dizer que já chega
em terra sua e a negar um adeus ao passado seu e povo, ela lhe bateu com o pé e
lhe diz que não em uma união total que não é vista na zona ou se calhar em este
Alentejo a ficar despido e tão deserto…
Mas voltando ao referido semanário, o Alto Alentejo, ele continua e diz que na mesmo, Ana Fortunato, leu
um documento redigido pela Junta e que será enviado à Câmara e Assembleia
Municipal de Nisa, à ANAFRE, ao Governo e à Assembleia da Republica e o blogue,
o “Tolosa Blog”, um dos seus
contribuidores o transcreve:
«A nossa freguesia orgulha-se de ter uma taxa de desemprego
muito perto de zero. Emprega não só, os naturais da Freguesia como também
emigrantes e população das freguesias vizinhas.
Ao nível do concelho somos a freguesia que mais contribui em
termos de impostos, temos uma dinâmica económica de excepção», refere o
documento – assim transcreve o referido jornal – que lista ainda «o papel
preponderante da Junta», principalmente no apoio que presta à população,
associações, empresas e instituições.
Ainda de acordo com o documento lido por Ana Fortunato, a
Junta de Freguesia «esmera-se por prestar um serviço público de alta qualidade,
quer seja no período de expediente, ou fora deste. Qualquer elemento da Junta,
seja do seu executivo, ou mesmo no que se refere ao pessoal administrativo, dá
apoio a qualquer nível, a qualquer pessoa que necessite, seja qual for o
assunto.
Aquilo que a Junta faz é prestar um serviço público, um
serviço de humanidade.
A Junta é o parente adaptado, por parte dos residentes, que
por força das circunstâncias da vida, não têm presentes na freguesia
familiares, que os possam apoiar nestes pequenos afazeres do dia-a-dia».
Lembrando que a verba despendida no Orçamento de Estado para
as freguesias é 0,1 por cento, a autarquia, na missiva que redigiu, defende
ainda que é 100 por cento indispensável aos tolosanos.
No final da missiva – o jornal Alto Alentejo termina a
notícia – pode ler-se ainda que, embora os habitantes de Tolosa sejam
apelidados de cucos, não querem «pôr os ovos no ninho dos outros e apenas no
nosso» e que, por essa razão, a Junta de Freguesia «é para manter hoje e
sempre.»
Confessa quem aqui vem postando que gostou muito. Não sabe
se por a edil, a Câmara de Nisa, ela estar com o seu povo e no meio do seu povo
ou a mobilização conseguida ou as duas situações.
Olhando a de Alagoa, que também já se começou a se movimentar,
o assunto parece que não teve a mesma adesão por parte da sua população e por
alguém de direito – pelo menos a esta terra de Comenda ainda não se apanhou
nada ou que conste o contrário – e a de Gáfete parece que continua numa grande
zona de conforto e até agora não diz nada a cavaco.
A de Monte da Pedra, ontem teve um plenário com o seu
presidente da Câmara Municipal do Crato. Ao que consta, a dita vai fazer um
abaixo-assinado para decidir onde vai ser incorporada e fundida. Se calhar este
edil também já esteve na de Gáfete que também lhe pertence. Um vizinho a viver
no Monte da Pedra diz que a de Gáfete não acaba. Mas o jornal Alto Alentejo diz
que acaba…
A esta Tolosa, a esta graciosa Tolosa, espera-se que fique e
continue de pedra e cal. Uma terra com a pujança económica que tem, ao ser
obrigada a ser desmembrada, a lei parece que não é justa.
Vai a ANAFRE fazer o seu Congresso de Freguesias do distrito
de Portalegre em finais de Janeiro do próximo ano. Espera-se, todas elas, as
que formam o distrito de Portalegre elas estejam presentes. É que este último
Congresso que realizou, metade das freguesias é que compareceu ao mesmo e a uma
chamada da ANAFRE.
Não se sabe se todas vão comparecer. Não se sabe quais as
deliberações que o mesmo vai tomar. Numa primeira opinião, o Congresso devia
ser realizado mais cedo. Está muito em cima do prazo que é dado pelo Governo.
Espera-se que saia uma solidariedade entre ambas e uma luta por todas e por
todos os municípios deste distrito e não só vinte e duas em oitenta e seis ou
sete concelhos em quinze. A luta certamente que é de todos e não só quem tem os
problemas em casa, na defesa deste Alentejo se vos diga…
E depois que se diga que é uma política de proximidade. Não
queiram começar a falar a uma só voz e unida e diversificada e depois mandai lá
as culpas para a nobre Lisboa. É este distrito de Portalegre com o de Bragança
a querer desaparecer do mapa deste
Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011
A TOLOSA EM 2011
População Residente Homens - 432
População Residente Mulheres - 472
População Presente Total - 866
População Presente Homens - 413
População Presente Mulheres - 453
Famílias - 398
Alojamentos - 745
Edifícios - 735
Quarta-feira, 10 de Agosto de 2011
TOLOSA: Festas de Verão 2011
Terça-feira, 9 de Agosto de 2011
HUMOR EM TEMPO DE CÓLERA
Segunda-feira, 8 de Agosto de 2011
A IGREJA MATRIZ DE TOLOSA
Não sabe se a Igreja Matriz de Tolosa é o mesmo significado que Nossa Senhora da Encarnação. O desculpai meus amigos do mundo e sem lá barreira.
Que sendo, é mais um bocado que lhe acrecenta. Não sendo, é mais m bocado dela que revela ao mundo desta graciosa Vila de Tolosa...
Na sacristia da Igreja Matriz encontra-se uma fonte de pedra com reduzidas dimensões. Compõe-se essencialmente de um reservatório superior, uma bica e um pequeno tanque. A água que a alimenta não é nativa, mas sim transportada manualmente para o reservatório. É interessante referir que a bica está fixada na boca de uma carantonha ou carranca.
Se pensarmos que este ornamento tem origem mitológica, não faz sentido lógico o seu aparecimento num templo cristão-católico.
Na Igreja Matriz há ainda outros objectos históricos dignos de registo:
1.º - Uma custódia muito antiga.
2.º - Uma salva metálica de origem alemã, no fundo da qual estão figurados em relevo Adão e Eva, vivendo no Paraíso.
3.º - Encontram-se ainda três imagens muito apreciadas pela sua antiguidade: uma delas representa São Pedro, com as tradicionais chaves do Céu fechadas na mão direita, esculpido em granito; as outras representam Santa Ana E Santa Catarina.
4.º - São ainda merecedoras de apreço as Credenciais em talha dourada, que ladeiam a Capela-Mor.
In "PEQUENA MONOGRAFIA DE TOLOSA" / ALZIRA MARIA F. LEITÃO"
(mas sabereis sempre que podereis contar...)
Quarta-feira, 27 de Julho de 2011
com a devida vénia ao MEC
"Noto com desagrado que se tem desenvolvido muito em Portugal uma modalidade desportiva que julgara ter caído em desuso depois da revolução de Abril. Situa-se na área da ginástica corporal e envolve complexos exercícios contorcionistas em que cada jogador procura, por todos os meios ao seu alcance, correr e prostrar-se de forma a lamber o cu de um jogador mais poderoso do que ele.
Este cu pode ser o cu de um superior hierárquico, de um ministro, de um agente da polícia ou de um artista. O objectivo do jogo é identificá-los, lambê-los e recolher os respectivos prémios. Os prémios podem ser em dinheiro, em promoção profissional ou em permuta. À medida que vai lambendo os cus, vai ascendendo ou descendendo na hierarquia. Antes do 25 de Abril esta modalidade era mais rudimentar. Era praticada por amadores, muitos em idade escolar, e conhecida prosaicamente como «engraxanço». Os chefes de repartição engraxavam os chefes de serviço, os alunos engraxavam os professores, os jornalistas engraxavam os ministros, as donas de casa engraxavam os médicos da caixa, etc... Mesmo assim, eram raros os portugueses com feitio para passar graxa. Havia poucos engraxadores. Diga-se porém, em abono da verdade, que os poucos que havia engraxavam imenso.
Nesse tempo, «engraxar» era uma actividade socialmente menosprezada. O menino que engraxasse a professora tinha de enfrentar depois o escárnio da turma. O colunista que tecesse um grande elogio ao Presidente do Conselho era ostracizado pelos colegas. Ninguém gostava de um engraxador.
Hoje tudo isso mudou. O engraxanço evoluiu ao ponto de tornar-se irreconhecível. Foi-se subindo na escala de subserviência, dos sapatos até ao cu. O engraxador foi promovido a lambe-botas e o lambe-botas a lambe-cu. Não é preciso realçar a diferença, em termos de subordinação hierárquica e flexibilidade de movimentos, entre engraxar uns sapatos e lamber um cu. Para fazer face à crescente popularidade do desporto, importaram-se dos Estados Unidos, campeão do mundo na modalidade, as regras e os estatutos da American Federation of Ass-licking and Brown-nosing. Os praticantes portugueses puderam assim esquecer os tempos amadores do engraxanço e aperfeiçoarem-se no desenvolvimento profissional do Culambismo.
(...) Tudo isto teria graça se os culambistas portugueses fossem tão mal tratados e sucedidos como os engraxadores de outrora. O pior é que a nossa sociedade não só aceita o culambismo como forma prática de subir na vida, como começa a exigi-lo como habilitação profissional. O culambismo compensa. Sobreviver sem um mínimo de conhecimentos de culambismo é hoje tão difícil como vencer na vida sem saber falar inglês."
Miguel Esteves Cardoso, in "Último Volume"
pintura: quadro: "Paul Guillaume, Novo Pilota - 1915 Huile sur carton collé sur contre-plaqué parqueté Musée de l'Orangerie, Paris", de Amadeo Modigliani
Terça-feira, 26 de Julho de 2011
Rádio Tolosa
- lá vai Lisboa
- marcha do centenário
- Lisboa dos milagres
- cheira a Lisboa
- Lisboa dos manjericos
- S. João bonito
- cantiga da rua
- grande marcha de Lisboa
- Lisboa à noite
- marcha do Bairro Alto
No disco vinil, não há edição em cd, estilo medley, os temas de 1 a 5 compunham o lado A de 6 a 10 o lado B.
Segunda-feira, 25 de Julho de 2011
BOMBEIROS DE NISA EM RISCO
| Transporte de doentes:Bombeiros de Nisa em dificuldades podem ser obrigados a despedir profissionais | |
O presidente da direcção dos bombeiros voluntários de Nisa admitiu hoje que a corporação pode ser obrigada a despedir pessoal devido à redução drástica dos serviços de transporte de doentes. Segundo José Perfeito Isabel, neste momento a corporação ainda dispõe de algum fundo de maneio, mas se não houver alteração ao despacho que rege o transporte de doentes, muito provavelmente vão ter que despedir alguns dos bombeiros que asseguram esses serviços. José Isabel adiantou que alguns serviços de transporte de doentes que têm efectuado, tem sido por intermédio de outras corporações, como a de Portalegre e a de Gavião, caso contrário, a situação seria ainda bem pior. Gabriel Nunes in RÁDIO PORTALEGRE |
música e vídeo
Sábado, 16 de Julho de 2011
A PRIMOGÉNITA TOLOSA - 1
O repovoamento de 1262 foi operado pelos Cavaleiros Hospitalários. Nesse ano, em foral, diz o Prior do Hospital no nosso país querer povoar Tolosa, nome que acaso lhe transmite agora: “don A. (Afonso) Petri prior de Portugal de ordin do Espital una cum conventu nostro volumus populares Tolosa”, para o que concede aos povoadores («vobis populatoribus») os foros e costumes do Crato (Ocrate), numa carta que é um notável diploma para o estudo da nossa vida social alti-medieva.
A população local ficaria sendo formada por povo e clero, sendo aquele constituído por duas classes de cavaleiros (vilãos) e peões (ou jugadeiros). Aqueles estavam obrigados ao fossado uma vez no ano, peitando o faltoso a multa de cinco soldos (fossadeira) ou talvez escudando-se dele mediante esta quantia.
No entanto, não eram, constrangidos todos a partir, senão dois terços deles, ficando a terça parte “in civitate”, isto é, na vila, decerto para se não desguarnecer e ficar indefesa no caso de um ataque súbito (pois os mouros não viviam longe).
É de notar que o termo “civitas” é uso aplicar-se a povoações acastelhadas, fortificadas.
Talvez Tolosa estivesse dotada de castelo e, neste caso, existia já a povoação antes do foral desta data, em que, nesse caso, procuraria apenas aumentar-se a população. Ou então a fase “in civitate” quereria significar a intenção de se acastelar o povoado. O primeiro caso tem análogos em muitas povoações fronteiriças (ou quase) nesta época.
O foral ocupa-se, depois, do regulamento dos casos crimes, ponto da máxima importância para a estabilidade da nova colónia.
O homicídio punia-se com cem soldos ad “palatium” (ou seja, para o rei, pessoalmente?) expressão em que alguns querem ver alusão ao paço do concelho, quando a verdade é que, às vezes, aparece noutros locais uma multa repartida entre o concelho (“ad cocilium” e o paço (“ad palatium).
O furto era “composto” a nove por um, tendo o “intentor” dois quinhões e sendo a sétima “ad palatium”.
A violação domiciliária, pela força (“casa derota”, com armas, escudos e espadas) era punida muito mais severamente que o próprio homicídio: trezentos soldos, sendo para o paço a sétima.
Os casos de “rousso” ou violação da mulher têm ali expressão notável: se ela clamar que a forçam (“que… est aforciati”) e se o forçador negar o delito, ela dará outorgamento para seguimento da causa, de três homens-bons, “tales qualis ille fuerit”, ao passo que ele terá de prestá-lo com doze ou, não tendo outorgamento (ou quem o abone), jurará sozinho, e, se não puder jurar, dará de multa trezentos soldos (muito pior que no próprio caso de homicídio), deduzindo-se para o paço a sétima. A testemunha e fiel mentirosos eram castigados com a multa de sessenta soldos (a sétima para o paço) e com a duplicação do valor em causa (“et duplet o aver”).
in "Grande Enciclopédia Luso Brasileira Da Cultura"
IDEIAS P'RÓ PAÍS:
para não dizerem que aqui, da minha parte, é só má língua e bota abaixo; aqui venho, com a melhor das boas vontades, ajudar o governo do país neste momento que exige de todos um esforço colossal. Na senda da ministra Assunção Cristas que assumiu a desnecessidade das gravatas e a consequente poupança de energia em ar condicionado, segundo Assunção, o uso da gravata aumenta a temperatura corporal em 2Cº, isto até é capaz de prejudicar a performance sexual e talvez até matar os espermatozóides, o que explicaria a baixa da taxa de natalidade. Esta medida "da gravata", permite ainda poupar na importação de fatiota de luxo, tipo "armani", "dolce & gabbana", "ives saint-laurent", "armando zegna", etc., e tem a vantagem de todos, presidente da república, presidente da assembleia, primeiro ministro, deputados, ministros, secretários de estado, assessores, motoristas, porteiros, seguranças, etc., permite-lhes manter a compostura. É uma solução simples, prática, leve, fresca, elegante, continuem a imaginar adjectivos positivos que eu esgotei a lista. E qual é a solução, qual é? A tshirt engravatada! A solução é tão simples como o célebre "ovo de colombo". Foi criada pela empresa "wishirt", que bem me podia pagar qualquer coisinha pela divulgação que faço para aproveitamento da ideia, lá está, não é só descobrir as coisas, é necessários dar-lhe aplicação prática e para isso cá estou eu.
Esta tshirt pode ser comprada online aqui: http://www.wishirt.com/gravata-homem-p-331.html, existe em várias cores e em todos os tamanhos.
Portanto malta: todos a aderir ao uso da tshirt engravatada. Eu já tenho uma e tenho sido feliz com ela, acho até que faz bem aos bicos de papagaio.
Segunda-feira, 11 de Julho de 2011
NISA TAMBÉM NA CAUDA
Se a aumentou Campo Maior, os outros, os seus parceiros, eles continuam a ir ao fundo...
Monforte perdeu 1,24 da sua população.
Elvas 1,17.
Portalegre perdeu 3,88 da população.~
Arronches 6,61.
Ponte de Sôr perdeu 7,99.
Fronteira 8,57.
Alter do Chão perdeu 8,81.
Sousel 11,71.
Marvão perdeu 11,81 da sua população.
Avis 11,95.
Castelo de Vide 12,81.
Crato 12,93.
Nisa 14,39.
Gavião 15,18.
Faz muita confusão esta minha Nisa. Não acredito. Os outros, ainda vá lá que não vá. Agora esta minha Nisa. Não acredito. Não dá mesmo para acreditar. Que Monforte surpreende mesmo muito. Campo Maior eu sabia que continua um granda peixe a nadar em água muita limpa e a respirar o mais puro oxigénio em urbe sua.
Postagem não completa lá não senhora.
Acredito que a malta da blogosfera local lhe irá dar o seguimento devido. Não irá permitir que os políticos a escondam no tocante aos censos 2011.
Um abraço muito especial, para o blog http://alterireal.blogs.sapo.pt que já começou a falar da malta e população desde meu Alentejo. Não toda. Fala da população do seu concelho e mais dois ou três desde meu Alentejo em quinze possíveis. Aquele abraço meu amigo. Não sabe como fiquei muita contente, por o caro não estar dormindo. E certamente, o mundo lá muita pequeno e haveremos de trocar dois ou três e-mails em uma de cortesia...
Jordano´s in http://escritonogaviao.blogspot.com














